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Passeio na Rota Villa D’Itália

  • Foto do escritor: amigasestradeiras
    amigasestradeiras
  • 24 de abr.
  • 3 min de leitura

Gaspar, 18 de abril de 2026

 

E num lindo domingo de sol, fomos estradear na cidade vizinha de Gaspar, mais precisamente para conhecer a Rota Villa D’Itália, que fica no bairro Alto Gasparinho.

Esse é um roteiro turístico rural de 12 km que celebra a imigração italiana. Oferece gastronomia típica, engenhos de cachaça, produção de morangos, trilhas e belas paisagens naturais. É ideal para turismo cultural e familiar, sendo também uma ótima opção para os amantes do cicloturismo. E para quem busca tranquilidade e contato com a natureza, a rota conta também com pousadas e hotéis aconchegantes, perfeitos para um final de semana relaxante.

 


Nossa primeira parada foi na Capela Santo Antônio, onde estava acontecendo a missa dominical. Esse é um templo moderno e amplo, inaugurado em 1979, com bancos de madeira e belíssimos vitrais. É um charmoso cenário de devoção, inserido nessa área rural encantadora. A tradicional festa da comunidade acontece sempre no mês de junho, onde são servidos quentão, pinhão, churrasco e a tradicional macarronada trentina.



Nos fundos da igreja fica o cemitério e na lateral do lar comunitário, o que chama a atenção é uma grande pintura da artista plástica blumenauense Debora Daros, que homenageia os 150 anos da grande imigração italiana na Colônia Itajaí, retratando o trabalho e a vida dos colonos.

 


Dali seguimos para o restaurante Engenho do Nono, onde já havíamos feito reserva. Este é um negócio familiar que já está na quarta geração, iniciado em 1918 com um engenho de cana de açúcar que ainda produz cachaças e licores. O ambiente do restaurante é amplo, rústico, com muita madeira roliça e tijolos aparentes. Logo na entrada pudemos degustar uma cachacinha, licor ou caipirinha feita no pilão. O buffet, em sistema livre, iniciou às 11:30h com grande variedade de carnes, saladas, acompanhamentos, seguindo receitas da nona. Acompanhando, deliciosas opções de sobremesas, com tortas e gelados diversos. Também tem aquele cafezinho por conta da casa. O almoço é servido todos os domingos, de preferência sob reserva, e em dois sábados de cada mês também servem café colonial.

 




Também tem um cantinho com fotos e outros itens da família que contam um pouco a história do lugar, além do maquinário do engenho e a roda d’água.

 





E, fora tudo isso, ainda tem o jardim que é maravilhoso! Vários lugares para fotos, para descanso, para recreação dos pequenos. Um balanço no alto do pasto, um rio raso que corta a propriedade, redes pra tirar uma soneca, árvores para sentar na sombra, tudo isso faz o lugar ser demais convidativo e relaxante. Nesse dia acontecia a festa de 7 anos do restaurante e teve música ao vivo com muita animação.


 



Na rota ainda visitamos a loja dos Biscoitos Maria Helena, que desde 1993 comercializa as bolachas caseiras de receita familiar, todas produzidas em forno a lenha. A simpática e aconchegante lojinha fica anexa à fabrica, tem estacionamento em frente e um belo lago ao fundo. Fazem bolachas amanteigadas, algumas com sabores diferenciados, outras pintadas, e alfajores. Todas podem ser degustadas. Também vendem alguns outros produtos coloniais da região como queijo, salame e vinhos.

 



Pra nós foi só um passeio de domingo, mas acreditamos que, pra quem quer uma experiência bem completa, se hospedar em umas das opções da região deve render momentos bastante agradáveis e relaxantes.

 

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